segundo parece, existe no arquivo distrital de Viseu um documento de inícios do século XIX, um certificado passado por uma parteira da época a pedido de uma jovem q pretendia provar a sua virgindade e livrar-se da difamação, de forma a contrair matrimónio. assim diz o documento:
«Eu, Bárbara Emília, parteira que sou de Coira, atesto e certufico pula minha onra que Maria de Jesus tem as partes fudendas tal e qual como nasceu, insceto nas pequenas nóidas negras junto dos montes da crica que a não serem da nascença sarão porvenientes de marradas de piça»
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