Eva: "Adão, amas-me?"
Adão: "Não"
Eva: (chorando) "Então porque fizeste amor comigo?"
Adão: "Helloooo? Vês por aqui mais alguém?"
Hoje fui ofendida!
Isto de ter amigos que não sabem apreciar boa música... Chega a ser frustrante! Uma pessoa tenta educá-los, mas não adianta!
Ora imaginem lá o que me disseram hoje sobre uma das melhores bandas do mundo, os Nightwish:
Mas isto é normal? Cambada de tristes! E depois, tem uma pessoa que aturar isto...
É, devo tar mal com o cheiro das couves, não é *venus*?! :P
Quando a Perfeição tem um nome: Roger Federer...
E ando eu aqui nestes desabafos quando devia era estar a estudar Fiscal... Mas que ceninha mais secante!
Agora era a altura em que dizia que ia estudar... Mas para quê mentir? Vocês conhecem-me! Vou antes ver mais uns jogos de ténis! :)
Ah!!! Mas antes disso não me posso esquecer de falar dum jogador espanhol que me surpreendeu bastante, pela positiva! Falo de Guillermo Garcia-Lopez, um jovem tenista espanhol (106º do ranking) que se debateu com Carlos Moya (finalista em 97) no Open da Austrália e, contra todas as previsões, ganhou! Mas que grande jogo! Jogou de igual para igual e não se intimidou, apesar de estar a jogar contra um dos grandes nomes do ténis mundial! Isso é que é um jovem com garra! Gostei!
acontece q é impossível p o olho humano distinguir 5 objectos numa fracção de segundo, quando em 1 só segundo um jogador se pode mover 70 centímetros...
portanto, sr dias da cunha, eles n são todos uma cambada de ladrões, não.
fora qd roubam contra o FCP, claro...
Se eu estivesse ciente de que teria de desaparecer da face da Terra no meio da felicidade, teria optado por vir ao mundo? Ou teria recusado participar neste jogo insensato de «dar e tirar»? Nós vimos à Terra apenas uma vez. Participamos na aventura e desaparecemos dela pouco depois.[...] É que, se eu não tivesse ousado espreitar a aventura, nunca teria sabido o que iria perder. Compreendes? Às vezes, é mais difícil para os seres humanos perderem uma coisa de que gostam muito que não a terem possuído nunca.
[...] São estas as regras: se escolheres a vida, escolhes também a morte.
[...] Sinto-me tão desamparado. Não tenho nada a que me agarrar. Nada pode salvar-me. Eu não perco apenas o mundo. Perco tudo e todos de quem gosto. Perco-me sobretudo a mim próprio. E, num ápice, deixo de existir.
In, A Rapariga das Laranajas de Jostein Gaarder
"Life is not measured by the number of breaths we take, but by the moments that take our breath away."
"Life is not measured by the number of breaths we take, but by the moments that take our breath away."