sexta-feira, julho 29, 2005

será por causa das férias?

... ou, em outros casos, por causa do trabalho?

n sei,a verdade é q este blog anda parado.
ok, my fault, eu admito, grande falha minha.
mas tb, nem tempo tenho p pensar em escrever, qt mais p escrever...
olhem, um dia destes voltamos...
A SÉRIO!

domingo, julho 17, 2005

Grandes Lobos!!!

Râguebi/Europeu Sevens: Portrugal campeão europeu

A selecção portuguesa de râguebi sagrou-se hoje tetracampeã europeia na categoria de Sevens, ao bater a Rússia, na final da competição do circuito da FIRA, disputada em Moscovo, noticia a agência “Lusa”. Perante grande número de espectadores, a Selecção Nacional discutiu até ao instante final aquele que é o seu quarto título europeu consecutivo em Sevens, ao conseguir uma transformação no último minuto, estabelecendo o resultado em 26-28. A equipa das "quinas", orientada por Tomaz Morais, conseguiu a diferença no marcador para os russos exactamente nessa transformação, visto que converteu todos os pontapés a que teve direito (quatro), para igual número de ensaios. A Rússia, igualmente com quatro ensaios, apenas conseguiu três transformações. A reviravolta na partida deu-se apenas a quatro minutos do final, quando a Rússia vencia por 26-7 e já depois de Tomaz Morais fazer entrar em campo Diogo Coelho e Diogo Gama, com os "Lobos" a conseguirem desmontar a táctica delineada pelo adversário. "A Rússia esteve tacticamente brilhante e não nos deu espaço no ataque. Conseguimos mudar as coisas na segunda parte, com a entrada do Diogo Coelho e do Diogo Gama", explicou à “Lusa” o técnico Tomaz Morais. Na primeira parte, Portugal somente conseguira marcar um ensaio e uma transformação, por Frederico Sousa e Filipe Grenho, respectivamente, num período que terminou com o marcador em 14-7 favorável aos russos. Nos quatro minutos finais a tendência de jogo mudou radicalmente e a vitória dos "Lobos" saiu dos ensaios de Sebastião Cunha (dois) e Frederico Sousa (um) e das transformações de Pedro Leal (três). Na meia-final, também disputada hoje, Portugal tinha garantido a passagem à final ao bater a França por 22-7, num encontro em que os portugueses realizaram quatro ensaios (e uma transformação), para apenas um ensaio dos gauleses (e uma transformação). No outro jogo da meia-final a Rússia venceu a Itália por 17-0.

sexta-feira, julho 15, 2005

Sleeping Beauty - A Perfect Circle

Delusional
I believe I can cure it all for you, dear
Coax or trick or drive or
drag the demons from you
Make it right for you sleeping beauty
Truly thought I can magically heal you

You're far beyond a visible sign of your awakening
Failing miserably to rescue
Sleeping Beauty

Drunk on ego
Truly thought I could make it right
If I kissed you one more time to
Help you face the nightmare
But you're far too poisoned for me
Such a fool to think that I can wake you from your slumber
That I could actually heal you..

Sleeping Beauty
Poisoned and hopeless

You're far beyond a visible sign of your awakening
Failing miserably to find a way to comfort you
Far beyond a visible sign of your awakening
And hiding from some poisoned memory

Poisoned and hopeless
Sleeping Beauty

quinta-feira, julho 14, 2005

Sorry, não resisti!

[...] -Sabes certamente que metade da população da Noruega desapareceu durante a peste negra. [...] Estás ciente de que tinhas milhares de antepassados nessa altura? [...] Cada um de nós tem um pai e uma mãe, quatro avós, oito bisavós, dezasseis trisavós, etc. Se contares até 1349, serão muitos. [...] E a peste bubónica surgiu. A morte alastrou-se de aldeia em aldeia e os mais afectados foram as crianças. Algumas famílias foram completamente dizimadas; noutras escaparam talvez uma ou duas pessoas. Muitos dos teus antepassados eram crianças nessa altura, Hans Thomas. Mas nenhuma delas sucumbiu.
-Como podes ter a certeza? - perguntei surpreendido.
Ele engoiu uma fumaça e disse:
-Porque estás aqui a contemplar o Adriático.
[...]
-A hipótese de nenhum dos teus antepassados ter sucumbido durante a puberdade foi de um em muitos biliões. [...] Não se trata apenas da peste negra, entendes? Na verdade, todos os teus antepassados cresceram e tiveram filhos, inclusivamente durante as grandes catástrofes naturais, mesmo quando a mortalidade infantil era enorme. É evidente que muitos adoeceram, mas escaparam sempre. Nessa ordem de ideias, estiveste à beira da morte biliões de vezes, Hans Thomas. A tua vida neste planeta foi ameaçada por insectos, animais selvagens, meteoros e raios, doenças, guerras, inundações, incêndios, envenenamentos e tentativas de homicídio. Só na batalha de Stiklestad, foste ferido várias centenas de vezes, porque tinhas antepassados em ambos os lados. Na realidade, combateste contra ti mesmo e contra as hipóteses de vires a nascer mil anos mais tarde. [...] Cada vez que as setas choviam pelo ar, as tuas hipóteses de vires a nascer estavam reduzidas ao mínimo. Mas eis-te sob o mesmo céu que eu, Hans Thomas.
[...]
-Estou a falar de uma cadeia contínua de casualidades - continuou o meu pai. - A cadeia reporta-se, com efeito, à divisão das primeiras células vivas em duas, dando origem a tudo o que cresce e nasce, hoje em dia, neste planeta. A hipótese de a minha cadeia não ter sido interrompida uma ou outra vez ao longo de três ou quatro biiões de anos era remota, mesmo inconcebível. Mas, como vês, esacapei. [...] Cada pequeno habitante da Terra tem uma sorte enorme.
-E os que não tiveram sorte? - perguntei por meu turno.
-Esses não existem - gritou. - Nunca nasceram. A vida é uma enorme lotaria em que só são visíveis as cautelas vencedoras.
[...]
-As pessoas preocupam-se com o sobrenatural, devido a uma estranha cegueira. Elas não compreendem que o mais misterioso de tudo é o mundo. Preocupam-se mais com os marcianos e com os discos voadores do que com esta misteriosa obra de criação que se estende a nossos pés. Não considero que o mundo seja uma casualidade, Hans Thomas.

in, O Mistério do Jogo das Paciências, de Jostein Gaarder

domingo, julho 10, 2005

moliceiros


ontem, num dos passeios por aveiro, mais concretamente ali mesmo na beirinha da ria, deparei-me com os lindos dizeres dos moliceiros coloridos.
caso seja dificil perceber, o primeiro dos barcos diz "menina quantas quer?", o segundo diz "queres fazer um intervalo?".
falta, no entanto, o melhor, mas cuja foto não saiu decente (o sol não deixava decifrar a qualidade da foto na altura), um lindo moliceiro no qual nós andámos feitas tolas sobre a água. "mete-me as batatas no rego". nem mais...

domingo, julho 03, 2005

e onde fica o gafanhão no meio disto?!

depois de ontem ter ido ver as marchas inter-freguesias aqui da terrinha, e de me ter cruzado -inevitalvelmente- com vários exemplares desta espécime, lembrei-me de uma conversa que tem uma semana, e de um special request para que eu situasse o gafanhão no meio das tribos urbanas.
o gafanhão, uma tribo urbana??
eu estava a gozar, mas depende do ponto de vista.
como eu costumo dizer, ser gafanhão não é uma questão de cartão de eleitor (senão, também eu o seria), é uma questão de estado de espírito.
o gafanhão sabe que é gafanhão e gosta (bem, deve gostar, certo?) de ser gafanhão.
o gafanhão acha que tem estilo ser-se gafanhão.
até parece que há miúdas (gafanhoas) que gostam dos gafanhões, por isso não deve ser mau de todo!
situando todas as pessoas que distem mais de 25 km de aveiro, um gafanhão é... um gafanhão.
é só olhar para um, sabe-se logo qualificá-lo!
o gafanhão não é um guna. e também não é um azeiteiro. se bem que, em termos fisicos, ou seja, de aparência, os gafanhões se aproximem mais dos gunas.
eu costumo dizer que um gafanhão é um guna que não rouba! e não mete medo! mete pena, às vezes, mete raiva, outras, mete desprezo, muitas, mete sarcasmo, quase sempre.
o gafanhão tem a sua própria moda, copiada da moda normal, mas levada aos extremos... e tem as suas regras de vida, imperceptiveis para mim e para muitos, mas que para eles fazem sentido (como diria eduardo correia - foi ele, n foi? - acerca dos inimputáveis, "podemos explicar, mas não podemos compreender"...)
há uma semana atrás, depois de muito pensarmos, chegámos à conclusão q existe uma escala. e o gafanhão acaba por estar no patamar mais alto. n é -definitivamente- tão mau como ser-se guna; também não é tão mau como ser-se azeiteiro (isto porque ainda há quem goste dos gafanhões, eles acabam por ter mercado - ih, que comentário machista, n? - mesmo que não seja o mercado q desejariam).
posto isto, alguém ficou a perceber o que é um gafanhão? não, pois não? calculei, é realmente dificil explicar, mas quando virem um exemplar, não é preciso nem dizer: eles têm escrito na testa!!